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Mandato: 01/01/2017 até 31/12/2018 – Biênio 2017/2018

Júlio Cézar Busato, natural de Casca/RS, nasceu em 04 de fevereiro de 1961. É casado com Renate Tumelero Busato,  com quem teve dois filhos, Cézar Augusto Tumelero Busato e Isabela Tumelero Busato. Cursou Engenharia Agronômica na Universidade de Passo Fundo/RS.

Em 1987, mudou-se para o Oeste da Bahia, onde foi um dos pioneiros a desbravar o cerrado baiano e, com os irmãos, fundou o Grupo Busato, que produz soja, milho, sorgo e algodão nos municípios de São Desidério, Baianópolis, Jaborandi e Serra do Ramalho.

Sua biografia é marcada pela representação de classe no agronegócio e na esfera empresarial no Oeste da Bahia e em âmbito nacional. Dentre os cargos que exerceu ou ainda exerce, destacam-se:

  • Presidente e Síndico do Condomínio da Associação Barreirense de Aeromodelismo (ABA), entre os anos de 2009 e 2013;
  • Representante da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) no Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco em 2011 e 2012;
  • Vice-presidente do Instituto Pensar Agro;
  • Presidente da Aiba nos biênios 2013/2014 e 2015/2016;
  • Conselheiro da Fundação Bahia entre os anos de 2010 e 2016;
  • Presidente da Câmara Temática de Insumos Agropecuários, vinculada ao Ministério da Agricultura de Pecuária e Abastecimento (MAPA);
  • Vice-presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), desde 2015;
  • Presidente  do Programa de Desenvolvimento do Agronegócio (Prodeagro), no Biênio 2015/2016 e Diretor Secretário no Biênio 2017/2018;
  • Presidente do Fundo para o Desenvolvimento do Agronegócio do Algodão (Fundeagro), Biênio 2017/2018; e
  • Presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Biênio 2017/2018.

Mandato: Biênio 2015/2016

Celestino Zanella nasceu na cidade de Porto União, no estado de Santa Catarina, em 21 de maio de 1959. É filho de André Zanella e Anna Rosa Nogara Zanella, casado com Marilene Zancanaro Zanella, pai de três filhos:  Elisa, Ariel e Anna Maria, e avô de dois netos: Hendri e Clara. Cursou Faculdade de Administração de Empresas, pela UNOESC e pós-graduou-se em Estratégia Gerencial pela FGV.  No Paraná, foi tesoureiro e conselheiro da Associação Comercial e Industrial de Toledo; vice-presidente da Associação Comercial e Industrial de Cascavel; e Presidente da Associação Comercial e Industrial de Micro Empresas de Cascavel. Em 2003, chegou à Bahia com a família, onde produz feijão, trigo, cevada, soja e milho e algodão na Fazenda Decisão, no município de Barreiras e São Desidério. Desde 01/01/ 2018, é presidente da Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia – Aiba, da qual já havia sido diretor e vice-presidente.

Mandatos na Abapa: Biênios 2011/2012 e 2013/2014

Isabel da Cunha nasceu em Tapera, cidade do interior do Rio Grande do Sul. Em 1974, mudou para a cidade de Corbélia, no Paraná, onde trabalhou em uma Cooperativa e teve seu primeiro contato profissional com a agricultura.

Percebendo o potencial do cerrado baiano, em 1982, mudou-se para a Bahia e, juntamente com sua família, começou a construção da Fazenda Marechal Rondon. Hoje, lidera o grupo Ilmo da Cunha.

No ano 2000, participou da primeira reunião para fundação da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa). Em 2002, foi eleita tesoureira da entidade, sendo a primeira mulher participante de uma diretoria das associações estaduais dos produtores de algodão. Fez parte do Conselho Consultivo, foi primeira secretária, vice-presidente e presidente da Abapa. Foi vice-presidente da Aiba no biênio 2015/2016. Foi membro titular do Conselho Gestor do Instituto Brasileiro do Algodão. Atualmente, é presidente da Associação dos Produtores de Algodão do Tocantins (Apratins).

Mandatos à frente da Abapa: Biênios 2011/2012, 2003/2004 e 2009/2010

João Carlos Jacobsen Rodrigues é natural de Clevelândia/PR, casado com Claire das Graças Wobeto Rodrigues, pai de João Carlos Jacobsen Rodrigues Filho e Raul Jacobsen Rodrigues. Ainda jovem, abandonou o sonho de ser engenheiro mecânico (cursou até o 3° ano) e se mudou para o Oeste da Bahia, em 1982, onde fixou residência, ao perceber o potencial da região.

Iniciou a atividade agrícola plantando 40 hectares de arroz em terras arrendadas. Em 1986, inscreveu-se no programa de Desenvolvimento do Cerrado (Prodecer), financiado pelo Governo Federal em parceria com o Japão e o governo da Bahia. No processo de seleção, foi escolhido para receber o financiamento de um lote de 400 hectares com toda estrutura para produzir na região do Ouro Verde – Anel da Soja, município de Formosa do Rio Preto. As fazendas do grupo JCC – Jacobsen Companhia de Cultivos – produzem algodão, soja, milho, feijão, milheto e sorgo.

João Carlos foi pioneiro na cultura do algodão e contribuiu para mudar a história do Oeste da Bahia. Como representante dos cotonicultores, visitou países como Egito, China, Austrália, EUA, Índia, Inglaterra, Suíça, Itália, dentre outros, com o objetivo de abrir caminhos para a exportação e divulgar a qualidade do algodão do Brasil. Na busca constante por novos conhecimentos tecnológicos, visita periodicamente alguns dos principais países produtores, como Estados Unidos e Austrália, para trazer novas tecnologias para o país.

Quando vice-presidente e presidente da Abrapa – Associação Brasileira dos Produtores de Algodão – contribuiu ativamente para a maior vitória do Brasil na OMC contra os subsídios concedidos pelos EUA aos seus produtores de algodão. Essa vitória trouxe ao Brasil mais de um bilhão e meio de reais que estão sendo aplicados em projetos de treinamento, fitossanidade, infraestrutura e outros. Também em seu mandato frente à Abrapa, idalizou e implementou a campanha Sou de Algodão, de fomento ao consumo interno da fibra através da conscientização do consumidor final. Esta campanha focou em moda e comportamento e contou com a participação de renomados estilistas, designers e digital influencers. Também no seu último mandato na presidência da Abrapa, foi criado o Centro Brasileiro de Referência em Análise de Algodão (CBRA), localizado em Brasília.

Cargos que ocupou:

  • Presidente da Abrapa nos biênios 2007/2008 e 2015/2016
  • Membro da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e seus Derivados – Ministério de Agricultura e Pecuária e Abastecimento.
  • Membro do Conselho Gestor do IBA – Instituto Brasileiro do Algodão;
  • Membro do Conselho de Ética do Algodão (biênio 2015/2016);
  • Tesoureiro e Conselheiro Consultivo da Abapa – Associação Baiana dos Produtores de Algodão;
  • Conselheiro Consultivo da Aiba – Associação de Agricultores e Irrigantes do Oeste da Bahia;
  • Presidente da Unibahia – Sociedade Cooperativa;
  • Conselheiro Curador da Fundação Ba – Fundação de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento do Oeste Baiano;
  • Secretário do Fundeagro – Fundo de Desenvolvimento do Agronegócio do Algodão (Presidente Biênio 2002/2004 e 2004/2006);
  • Diretor Financeiro do Prodeagro.

Mandatos na Abapa Biênios 2005/2006 e 2007/2008

Walter Yukio Horita nasceu em Maringá (PR), em 07 de junho de 1963. Graduou-se em Engenharia de Produção Mecânica pela Universidade de São Paulo (USP), em 1988. É sócio proprietário do Grupo Horita, que atua na produção de algodão, soja e milho, no Oeste da Bahia, em um total de 150 mil hectares.

Foi presidente por dois mandatos da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba); por dois mandatos, da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) e, por três mandatos, da Fundação de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento do Oeste Baiano (Fundação Bahia). Desde 2008, preside a Cooperativa dos Produtores Agrícolas de Roda Velha (Copagro). Atualmente é representante titular da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) na Câmara Setorial do Algodão, do Ministério da Agricultura. Em 19 de novembro de 2015, foi empossado na Academia Nacional de Agricultura, da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), como representante do cerrado do Nordeste.

Recebeu, em 2013, o título de Cidadão Baiano, concedido pela Assembleia Legislativa do Estado da Bahia e, por oito anos consecutivos, 2008 a 2016, o prêmio Destaque Categoria Produtor de Algodão, pela revista A Granja.