Nesta terça-feira (6), a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) e a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) participaram de uma audiência em Brasília com o ministro da Casa Civil, Rui Costa. Representadas pelos presidentes Luiz Carlos Bergamaschi e Odacil Ranzi, as entidades destacaram a importância dos bioinsumos serem tratados de forma diferenciada na nova lei de agrotóxicos.
Solicitada pela Associação Brasileira de Bioinsumos (ABBS) e pelo Grupo Associado de Agricultura Sustentável (GAAS), a reunião apresentou a Articulação Bioinsumos para o Brasil, que reúne 50 entidades do setor agro. O objetivo é promover o uso da biodiversidade brasileira como vantagem competitiva e garantir que os bioinsumos tenham um tratamento regulatório separado dos agrotóxicos.
O encontro reforçou a liderança do Brasil no uso de bioinsumos na agricultura, onde 55% dos produtores declaram que utilizam estes itens no controle de pragas e doenças. A produção de bioinsumos para uso próprio, sem a necessidade de registro, foi destacada como um dos principais motivadores para que os agricultores brasileiros adotem essa mudança, buscando uma agricultura regenerativa e mais sustentável.
Participaram também o diretor da Aiba e vice-presidente da Associação Brasileira do Plantio Direto, Luiz Pradella, o diretor das entidades baianas, Júlio Busato, e representantes da ABBS e GAAS. No encontro, Abapa e Aiba reforçaram a defesa de um agronegócio sustentável e inovador, promovendo práticas que valorizem a biodiversidade e a competitividade do produtor brasileiro.
Assessoria de imprensa da Abapa – 07.08.2024






