A cotonicultora Grasiela Bergamaschi representou a Abapa, na manhã desta sexta-feira (20), durante a segunda edição do Fórum das Mulheres Agroparceiras do Oeste Baiano, realizada no CTG Sinuelo dos Gerais, em Luís Eduardo Magalhães. No painel “Vozes que lideram, mãos que cultivam”, ela, que é associada da Abapa, discorreu sobre a cadeia produtiva dos grãos e, na oportunidade, enfatizou a importância do suporte institucional ao produtor pela associação. O painel foi mediado por Carminha Missio, vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb), e contou com a participação de diversas lideranças femininas nos segmentos da fruticultura, pecuária, entre outros.
Durante o debate, Grasiela citou as diferentes frentes de atuação da Abapa, que incluem capacitações realizadas no Centro de Treinamento, em parceria com o Sistema S; ações fitossanitárias junto à Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab); iniciativas como a patrulha mecanizada, desenvolvida em parceria com a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba); além do Prêmio Abapa de Jornalismo, que contribui para aproximar o setor da sociedade. “Quando se fortalece a cadeia do algodão, todo o agro se fortalece”, afirmou.
Grasiela Bergamaschi também falou sobre o crescimento da safra de grãos e da cadeia da fibra, destacando o aumento recente da cotonicultura irrigada na região, impulsionado por tecnologia, pesquisa e novas variedades, que viabilizam sistemas produtivos integrados, como a safra de soja associada à safrinha de algodão. “Esse avanço reflete o nível de tecnificação e profissionalização do produtor do Oeste baiano”, disse.
Conhecendo o Agro
Paralelamente às discussões, a unidade móvel do Programa Educacional Conhecendo o Agro, da Abapa, atraiu a atenção do público presente no evento. No espaço, os visitantes puderam assistir ao desenho animado “A Turma do Agripino em: Procurando Belinha”, conhecer trabalhos desenvolvidos por professores e alunos e vivenciar uma experiência imersiva na lavoura de algodão por meio de um voo simulado em realidade virtual.
“A estrutura chamou a atenção dos visitantes, que vieram conhecer a história do algodão e aprofundar o entendimento sobre essa cultura no Oeste da Bahia”, afirmou a coordenadora do programa, Mayara Rodrigues.









